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BCV avança medidas para estimular a economia
Sex, 13 de Fevereiro de 2015 12:25   
 
BCV avança medidas para estimular a economiaO Banco de Cabo Verde vai reduzir uma série de taxas para aumentar o crédito à economia. Em conferência de imprensa, esta sexta-feira, o governador do Banco de Cabo Verde anunciou mexidas na taxa de reservas mínimas (passa de 18% para 15%), na taxa directora (passa de 3,75% para 3,50%), na taxa de cedência de liquidez (de 6,75% para 6,50%) e na taxa de absorção de liquidez (de 7,75% para 7,50%). Além disso, alarga o prazo para a alienação dos imóveis recebidos pelos bancos de dois para um máximo de cinco anos.
 
Segundo João Serra, com estas medidas o BCV espera um “aumento do crédito à economia” e a “redução das taxas de juro activas”. Ao mesmo tempo, o governador do Banco Central diz que a expectativa é que haja “maior confiança no mercado, maior inovação e competitividade”.
 
Apesar destas medidas de afrouxamento monetário, o BCV chama a atenção para o facto das políticas monetárias serem pouco eficazes no impacto final sobre a economia real. Por isso, reforça, é necessário que haja também da parte do governo acções complementares que devem passar pelo “aprofundamento das reformas estruturais que possibilitem a melhoria das infra-estruturas e a diversificação dos produtos de investimento do sector financeiro, o reforço da governança corporativa e o aumento da literacia financeira da população cabo-verdiana e pela redução expressiva da informalidade na economia” [que ronda os 40 por cento].
 
Na comunicação do BCV, João Serra não deixou igualmente de lembrar que o objectivo estratégico da política monetária do Banco Central cabo-verdiano é a manutenção das reservas externas nos níveis que permitem sustentar a credibilidade do regime cambial. Ou seja, deixou implícito que qualquer alteração poderá fazer com que o BCV recue nestas políticas de afrouxamento monetário.
 
Fonte: Expresso das Ilhas 

 

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