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Governo projecta novas directizes para potenciar o sector de microfinanças
Ter, 11 de Novembro de 2014 00:00   
Governo projecta novas directizes para potenciar o sector de microfinanças O Governo quer traçar as directrizes gerais e acções concretas que possam potenciar a profissionalização do sector das micro-finanças. Anunciou esta terça-feira, 11, a ministra da Juventude, Emprego e Desenvolvimento de Recursos Humanos Janira Hopffer Almada, durante o acto de abertura da III Semana Nacional de Micro-finanças, que decorre de 10 a 15 de Novembro.
 
“Essas directrizes e acções surgem como forma de impulsionar a profissionalização do sector, garantido mais transparência. Sobretudo para facilitar o acesso ao financiamento, de modo a potenciar uma maior inclusão social por parte das camadas mais vulneráveis da população” explica.

A ministra apontou o acesso ao financiamento como principal constrangimento no sector. Por isso, “propõe-se um encontro, durante a semana, com o Novo Banco para apresentar às instituições de micro-finanças, as oportunidades que poderão existir a nível de financiamento”.

“Nós estamos analisando também as possibilidades de linhas de crédito que possam garantir outros financiamentos, através do financiador do projecto que é a Cooperação Luxemburguesa” assinala.

Almada realçou ainda que o micro-crédito tem um “forte impacto” na redução da pobreza em Cabo Verde e, em gerar oportunidades.

“Para se ter uma ideia, as instituições de micro-finanças no país, movimentaram só no primeiro trimestre de 2014, quatrocentos mil contos”. Para a governante, isso quer dizer que há famílias fora do sistema financeiro tradicional que podem ser beneficiadas através das instituições de micro-finanças.

“Assim poderão sair da pobreza pela via do auto-emprego, que é de facto um luta contra esta carência de forma durável e sustentável" articula Janira Hopffer Almada.

“Nós queremos impulsionar fortemente o sector, criar condições para chegarmos ao nosso público alvo, que são as camadas mais desfavorecidas, sobretudo as mulheres mães chefes de família e os jovens em situação de desemprego” manifesta a ministra.
 
Fonte: A Semana 
 

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